Hide in your Shell

quarta-feira, 19 de maio de 2010
Tema de cada uma das minhas inspirações, fator comum nesse meio-tempo de emoção, esse pernoite da minha mente que por muito durou, essa brincadeira que vem me usando e me tirando o sono por laguns meses à fio.

Parece que... chove lá fora, mas não está tão frio assim, está... suportável.
Solitáriamente suportável.
Aquela pessoa que me era uam necessidade tão grande passa a ser uma dor-de-cabeça um tanto quanto opcional, uma visão diurna e noturna, algo que eu desejo... talvez esquecer.

E assim parecia que meu mundo tomava cor, que os tons de cinza passavam a brilhar diante os olhos, como um dourado reluzente, cores e cores infindáveis que hipnotizavam a alma.
Então, fácil assim, o dourado perde seu brilho, as cores empalidam-se tão ridículamente que tudo aquilo passa a ser uma desforra, uma gozação, uma peça mal-pregada.

E a questão passa a ser: Porquê aqui, sozinho, está tão quente?
Porquê o calorzinho tão agradável que eu via antes desapareceu assim, do nada?

Talvez aquele calor fosse carência.
Talvez tudo aquilo não passasse duma enganação própria e só agora meus olhos estejam abertos.
Talvez eu... esteja certo.

 A verdade é que, de-repente, os defeitos se agravam, o cansaço aumenta, se intensifica e... o ânimo desaparece, a vontade decresce e tudo aquilo qeu um dia foi, desaparece.

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