Mako

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Verdes olhos esverdeados, infundidos com essência incompreensívelmente vital, vendo o qeu se passava nos campos alegres com o vento sensato, batendo sobre seus ombros preocupados.

tomado por um sentimento de emoção e solidão, descobrira então que seu desejo era só caminhar, mas um só acompanhado e outrora novamente solitário, solidário, escrevendo à mão as crônicas da sua própria aventura, sem nenhum outro ser a opinar ou com ele visualizar, era o seu sonho, de não ter pelo que se responsabilizar duranto o viver pelo sustentar.

Mas não sabia como começar, o objetivo estava tão longe do seu alcance, da distância que seus dedos podiam segurar...
Uma leve depressão tomou conta, negros sentimentos apossando-se do ser calmo mas confuso, tomando seus turbilhões internos, sempre conflitantes como casa e chamando de lar aquele jovem que na vida a felicidade ia buscar.

Memórias de diversas cores sussuravam em seu ouvido, palvras em amarelo, verde, preto, castanho, sentimentos rosa, marrom e vermelho, dizendo a ele para abraçar sua solidão, buscar conforto de volta em sua paixão, deixar o mundo e nunca mais estender sua mão, ou apenas... deixar-se consumir até mesmo em seu coração.

E ainda asim... aquele verde era tão bonito... que não queria levantar-se, nem mover-se, apenas admirar os campos mais uma vez, olhar sua beleza intangível mas maculável, suas cores tão belas e que tanto agradavam seus esverdeados olhos...
Era um calor subindo seu ser, uma sensação de busca, exploração, de fugir de sua caverna, seu lar, de deixar as rodinhas de lado, largar da mão do planeta e arriscar caminhas para onde o vento o fosse levar.

Assim foi, andando e rimando, até que encontrou nas palvras o seu início, meio e...
Fim.

http://www.youtube.com/watch?v=jzz5cVt70j8

Acabou-se? Por um tempo, espero...

1 comentários:

Poetíssima disse...

Esse blog ainda existe... interessante!

Eu gostei de ler esse texto... menos tempestuoso que uns de outrora...

Abraços!

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